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quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Diálogo social nas relações de trabalho é consenso entre empresários, trabalhadores, governo e Justiça

Em seminário sobre trabalho e competitividade, representantes da CNI e da CUT e ministros do TST e do Palácio do Planalto pregam a negociação como a melhor forma para aproximar as diferenças.

Gilberto Carvalho propõe "teimosia do diálogo"
A maior utilização do diálogo social, em que empresários, trabalhadores, governo e Justiça discutem as decisões nas relações do trabalho, foi consenso das centrais sindicais, entidades empresariais, o Palácio do Planalto e o Tribunal Superior do Trabalho (TST) nos debates do seminário internacional O Trabalho e a Competitividade no Brasil e no Mundo, realizado nesta terça-feira (20) na sede da Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Brasília (DF). O encontro foi promovido pela CNI em parceria com o TST e a Central Única dos Trabalhadores (CUT).

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Robson Braga de Andrade defende modernização com proteção aos trabalhadores

Confederação Nacional da Indústria (CNI) promove seminário em parceria com a Central Única dos Trabalhadores (CUT) e Tribunal Superior do Trabalho (TST) para debater os 70 anos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

O aperfeiçoamento das relações de trabalho transformou-se em tema de alta relevância para o desenvolvimento dos países. Por isso, é preciso identificar oportunidades de redução de custos e de riscos ao emprego formal, sem abrir mão da proteção dos trabalhadores. Essa é a afirmação do presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, na abertura do Seminário Internacional: O Trabalho e a Competitividade no Brasil e no Mundo, nesta terça-feira (20), da sede da CNI em Brasília (DF).

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Mabel diz que CUT é contra terceirização para não perder contribuição associativa

Para o deputado Sandro Mabel, autor do projeto de lei 4430/2004, que será votado nesta quarta-feira na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, a oposição da CUT ao projeto é "irresponsável".

"A regulamentação da terceirização
 é legítima e precisa ser feita"
 - Sandro Mabel
Autor do Projeto de Lei 4330/2004, que regulamenta o trabalho terceirizado e tramita há nove anos na Câmara dos Deputados, o deputado Sandro Mabel (PMDB-GO) acusa a Central Única dos Trabalhadores (CUT) de se opor ao projeto unicamente por receio de perder arrecadação. Segundo ele, existe a possibilidade das empresas, ao diversificar as funções dos seus trabalhadores com a terceirização, contribuírem para dispersar a filiação sindical deles e, portanto, reduzir a contribuição associativa. "A CUT está pouco ligando para o trabalhador terceirizado", assinala Mabel.