O excesso de regras e a legislação ultrapassada comprometem os acordos entre empresários e trabalhadores. Isso aumenta os custos do trabalho e prejudica a competitividade do país.
A tendência mundial caminha para negociações coletivas de longo prazo e para redução dos conflitos trabalhistas. Mas, no Brasil, as mais de 2,5 mil normas e as diversas interpretações da Justiça Trabalhista e do Ministério Público do Trabalho sobre os acordos firmados entre patrões e empregos, quase sempre comprometem essas negociações.